“O expressivo aumento na busca por crédito reflete a necessidade imediata das famílias em recompor seus orçamentos e manter o consumo básico. Contudo, esse movimento ocorre em paralelo a um patamar preocupante de inadimplência, evidenciando que o acesso aos recursos tem servido mais como um mecanismo de sobrevivência financeira do que como planejamento. Para que o crédito cumpra seu papel fundamental de motor do crescimento do país, é indispensável uma transição para um modelo mais equilibrado. Isso exige uma redução sustentável das taxas de juros, garantindo que o endividamento atual não se transforme em insolvência amanhã e permitindo que o consumo ocorra de forma saudável e sustentável no longo prazo.”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa.
Observando a abertura por grupos financeiros que realizaram consultas em maio, o grupo com participação mais expressiva no Brasil foi Intermediação monetária depósitos à vista (43,29%), seguido por Atividades auxiliares dos serviços financeiros (19,04%), que totalizam 62,33% das consultas.
No momento da consulta, 37,61% dos consumidores possuíam alguma restrição ativa.