“O cenário atual revela um paradoxo preocupante: embora o interesse do consumidor em buscar crédito tenha avançado em termos anuais, a efetivação dessas operações esbarra no elevado índice de restrições financeiras. A alta taxa de inadimplência atua como um filtro severo, impedindo que a intenção de consumo se transforme em poder de compra real. Para o brasileiro, manter-se fora do cadastro de inadimplentes tornou-se um desafio diante de um custo de vida pressionado, o que acaba isolando uma parcela significativa da população das linhas de crédito tradicionais.”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa.
Observando a abertura por grupos financeiros que realizaram consultas em abril, o grupo com participação mais expressiva no Brasil foi Intermediação monetária depósitos à vista (46,64%), seguido por Seguros de vida e não vida (18,46%), que totalizam 65,10% das consultas.
No momento da consulta, 36,05% dos consumidores possuíam alguma restrição ativa.