O prazo para estudantes de todo o país se inscreverem para a edição 2026 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começa nesta segunda-feira (25/5), e segue até o dia 5 de junho, pelo site do Enem. A taxa de inscrição é R$ 85. A aplicação das provas está programada para os dias 8 e 15 de novembro. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o número de locais de prova será ampliado para cerca de 10 mil em todo o país, com 80% dos alunos da rede pública fazendo as provas na própria escola em que estudam.
Clique aqui para baixar a sugestão de imagem. Crédito: Magnific.
|
Uma das novidades deste ano prevê que os alunos concluintes do Ensino Médio da rede pública terão inscrição automática no exame. Os estudantes do 3º ano serão inscritos a partir de dados encaminhados pelas redes de ensino. Com essas medidas, o Ministério da Educação (MEC) espera, pelo menos, que 70% dos concluintes das escolas públicas participem do Enem em 2026, consolidando o exame como parte importante da avaliação da educação básica.
O aluno terá apenas que confirmar a participação no exame e escolher o idioma da prova de língua estrangeira que deseja fazer, informar o município onde quer fazer a prova, além de solicitar recursos de acessibilidade, se necessário. O MEC informou que estuda apoio de transporte e deslocamento para aqueles estudantes que precisarem fazer o exame em outras cidades.
O Enem
O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. A prova é considerada a principal forma de entrada na educação superior, por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados destas provas para selecionar estudantes. Desde o ano passado, o Enem voltou a ser aceito para certificação do ensino médio, no caso dos candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento e na redação.
Como se preparar para o Enem?
Segundo o coordenador pedagógico da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri (SP), Peter Rifaat, iniciar os estudos com antecedência permite uma cobertura completa dos temas mais recorrentes da prova, evitando a sobrecarga e o estresse comuns na reta final. “Conseguir uma boa nota no Enem é como chegar ao pódio de uma competição esportiva. É preciso treino, constância, prática e disciplina”, afirma.
O Enem cobra do estudante conhecimentos nas áreas de Linguagens (Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira, Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação), Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia), Ciências da Natureza (Biologia, Química e Física), Matemática e Redação.
Quanto à redação, Henrique Barreto Andrade Dias, coordenador pedagógico do Brazilian International School – BIS, de São Paulo/SP, destaca que conhecer profundamente as competências avaliadas pelo Enem é uma vantagem estratégica. Ele recomenda que o estudante analise redações nota mil para identificar padrões de organização textual, uso de conectivos e detalhamento da intervenção. “A prova não avalia apenas criatividade. Ela mensura domínio da norma padrão, compreensão do tema, capacidade argumentativa, coesão e elaboração de proposta de intervenção detalhada. Estudar a matriz de correção evita perda de pontos por descuidos técnicos”, afirma.
Como o “terceirão” funciona como um período de consolidação de tudo o que o aluno aprendeu ao longo da trajetória escolar, esse período favorece a preparação para o exame. “A revisão contínua do aprendizado, que é feita no último ano do Ensino Médio, ajuda o candidato a chegar ao final do ano com um conhecimento mais robusto, mas a preparação específica para o Enem é essencial, entendendo o formato da prova e o que ela busca aferir do jovem”, explica Fernanda Silveira, coordenadora do Ensino Médio do colégio Progresso Bilíngue, de Campinas (SP).
Fernanda orienta algumas estratégias de organização e de estudos:
Cronograma realista: crie um ciclo de estudos, dividido por disciplinas, com datas que possam ser cumpridas, pensando em revisitar os conteúdos que tradicionalmente caem no Enem, com revisões curtas e intervalos regulares, evitando maratonas exaustivas que prejudicam a memorização;
Simulados: resolver exercícios baseados no formato do Enem e provas oficiais anteriores é a melhor forma de se habituar com o que será exigido do estudante;
Foco na contextualização: não tente apenas memorizar fórmulas, mas entender o contexto do conteúdo; pois o Enem valoriza a capacidade de aplicar a teoria a situações problema reais e cotidianas;
Leitura diversificada: além de literatura, consuma notícias, infográficos e artigos de opinião para fortalecer a interpretação de textos e o repertório para a redação. O Enem tem por tradição trazer para a prova assuntos atuais do cotidiano e da vida em sociedade como, por exemplo, mudanças climáticas, conflitos geopolíticos ou avanços da inteligência artificial;
Mapas mentais e resumos: utilize ferramentas visuais para conectar os temas e facilitar a revisão ativa dos tópicos de maior incidência;
Pratique a escrita: para a redação, que tem um grande peso na nota final, a dica é praticar a escrita. O estudante pode escrever redações regularmente, pedindo ajuda de um professor para a revisão do texto. Só a prática constante permite aprimorar a capacidade de articulação de ideias que a prova exige.
Preparo emocional também é importante
A preparação para o Enem deve ser encarada como um projeto de longo prazo, e não como uma corrida de curto fôlego. Isso significa que, além de um plano de estudos consistente, o estudante precisa aprender a equilibrar a rotina acadêmica com a vida pessoal. Revisões estratégicas, simulados e organização do tempo são fundamentais, mas só produzem bons resultados quando inseridos em uma rotina saudável, que possa ser mantida ao longo de todo o ano.
Nesse sentido, o cuidado com o bem-estar físico e mental faz parte da estratégia de preparação. A prática regular de atividades físicas, a manutenção de momentos de descanso e o cultivo de hobbies ajudam a reduzir o estresse, melhorar a concentração e aumentar a capacidade de aprendizagem. Inserir pausas na rotina, respeitar horários de sono e reservar tempo para atividades prazerosas contribui para que o estudante chegue à reta final menos exausto e mais confiante.
“O aluno precisa entender que estudar bem não significa estudar o tempo todo”, explica Janaína Arruda da Silva, professora da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP). Segundo ela, gerir a energia ao longo do ano é tão importante quanto cumprir o cronograma de conteúdos. “Atividades esportivas, convivência social e momentos de lazer não atrapalham o desempenho; ao contrário, ajudam a manter o equilíbrio emocional e a clareza de raciocínio, especialmente em um processo de preparação longo e exigente como o dos vestibulares”, afirma.
Ao adotar uma rotina equilibrada desde o início do ano, o estudante aumenta suas chances de manter a disciplina, evitar o esgotamento e chegar aos meses decisivos com saúde emocional e disposição. “A preparação eficaz é aquela que alia constância nos estudos, autocuidado e qualidade de vida”, diz Janaína.
PLANO PRÁTICO DE ESTUDOS PARA O ENEM 2026
O coordenador da Escola Internacional de Alphaville, Peter Rifaat, indica o plano de estudos abaixo.
Maio a setembro: três horas diárias dedicadas ao estudo, de segunda a sexta-feira, organizando o conteúdo por grandes áreas do conhecimento, permitindo uma imersão profunda e organizada.
As três horas diárias podem ser divididas da seguinte forma: revisão rápida de 20 minutos da matéria estudada no dia anterior, para fixação do conteúdo; 75 minutos de estudo de teoria seguidos de exercícios; 10 minutos de descanso mental e pausa para um lanche; mais 75 minutos de estudo de teoria seguidos de exercícios.
Segunda-feira: estudar as disciplinas da área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;
Terça-feira: foco nas disciplinas da área de Ciências Humanas e suas Tecnologias;
Quarta-feira: é o dia dos conteúdos de Ciências da Natureza e suas Tecnologias;
Quinta-feira: é a vez de Matemática e suas Tecnologias;
Sexta-feira: dedicada ao treino de Redação.
Outubro: na reta final para o Exame, o mês anterior à prova deve ser dedicado à revisão estratégica dos conteúdos e disciplinas das quais o estudante teve mais dificuldade ao longo do ano. É também o momento de realizar simulados completos para treinar a gestão do tempo e a resistência física para os dois dias de aplicação do Enem.
QUAIS CONTEÚDOS ESTUDAR PARA O ENEM 2026?
Com base no Raio-X Enem da plataforma SAS Educação, o coordenador da Escola Internacional de Alphaville aponta os 30 conteúdos que mais costumam aparecem nas provas.
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
Esta área do Enem foca as disciplinas de Português, Literatura, Artes, Educação Física, Língua Estrangeira e as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).
Artes
- Idade Contemporânea - compreensão do papel social da arte e a análise de contextos históricos culturais
- Culturas que aparecem em tempos variados
- Arte e comunicação - linguagem, estética e impacto sociocultural
- Artes Integradas - articulação entre linguagens na construção de sentidos estéticos e culturais
- Arte e identidade - relações entre produções artísticas e a construção de identidades visuais e coletivas
- Arte e resistência - arte como forma de resistência cultural, social e política em diferentes contextos
- Arte e meio ambiente - relação entre arte, natureza e sustentabilidade
Educação física
- Conceituação de jogos, brincadeiras e esporte
- Corpo e cultura de movimento
- Conceituação de saúde e atividade física
- Fatores de risco à saúde
- Promoção da saúde nas várias faixas etárias
- Alimentação, exercício físico e obesidade
- Esporte e espetáculo
- Esporte e mídia
- Luta - manifestação cultural corporal
- Padrões e estereótipos de beleza corporal
Espanhol
- Apreensão de sentido
- Definição, reconhecimento e interpretação de estruturas linguísticas e aspectos discursivos em textos
- Habilidades de leitura
- Identificação de pontos de vista do autor
- Variedades linguísticas
- Expresiones idiomáticas/Frases hechas
- Publicitário
- Verbos
- Equivalência de vocablos
- Número
- Poesia
Inglês
- Competência leitora
- Apreensão de sentido
- Definição, reconhecimento e interpretação de estruturas linguísticas e aspectos discursivos em textos
- Competência linguística
- Elementos da comunicação
- Estratégias de convencimento
- Habilidades de leitura
- Gêneros textuais - estrutura, finalidade e contexto de produção
- Impacto e função das Tecnologias da Informação e Comunicação
- Literatura brasileira
- Classificação de texto, segundo tipo textual e intenção comunicativa
- Anúncio publicitário
- Coesão
- Literatura contemporânea
CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
Área de conhecimento que engloba as disciplinas de História, Geografia, Sociologia e Filosofia.
Filosofia
- Filosofia política
- Moral e ética
- Aristóteles
- Origens da modernidade
- Descartes
- Filosofia medieval
- Naturalistas ou filósofos de Physis
- Cultura e sociedade
- Epistemologia
- Filosofia antiga
- Filosofia contemporânea
- Kant
- Escola de Frankfurt
- Escolas da era helenística
- Platão
Geografia
- Urbanização
- Agropecuária
- Desenvolvimento Econômico
- Ruralidade
- Geopolítica e relações internacionais
- Geomorfologia
- Migrações
- Interpretação de Mapas
- Climatologia
- Geologia
- Globalização e desenvolvimento técnico-científico
- Hidrografia
- Problemas ambientais
- Impactos da interação humana no meio ambiente
- População e Demografia
História
- Brasil colonial
- Primeira República
- Era Vargas
- História Pública
- Ditadura Civil-Militar no Brasil
- Brasil Império: Segundo reinado
- Civilizações da Antiguidade Clássica
- Revolução Industrial
- Abolição da Escravidão
- Absolutismo monárquico
- República Nova
- Trabalho escravo
Sociologia
- Direito, cidadania e movimentos sociais
- Cultura e sociedade
- Identidade e diversidade
- Política e Estado
- Trabalho e sociedade
- Meios de comunicação
- Desigualdade
- Patrimônio cultural
- Estrutura social e desigualdade
- Dilemas da sociedade contemporânea
- Violência
- Teóricos clássicos
- Família, religião, educação e juventude
- Relações de poder
CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS
Engloba os conhecimentos de Biologia, Física e Química, focando na compreensão do mundo natural, dos seres vivos e dos fenômenos físicos e químicos.
Biologia
- Desequilíbrio em ecossistemas
- Doenças causadas por vírus (viroses)
- DNA – material genético e genética do funcionamento dos genes
- Ciclos biogeoquímicos
- Bioquímica
- Biologia celular
- Relações ecológicas
- Cadeias e teias alimentares
- Doenças causadas por protozoários (protozooses)
- Doenças causadas por bactérias (bacterioses)
- Relações Interespecíficas
- Saúde
- Processo fotossintético
- Tecnologia do DNA recombinante e suas aplicações
Física
- Calorimetria
- Circuitos Elétricos
- Termodinâmica
- Forças e movimento
- Consumo de energia elétrica
- Reflexão e Refração
- Trabalho, energia e os teoremas
- Propriedades Físicas do Som
- Aplicações das Propriedades das Ondas
- Lançamento Vertical, Horizontal e Oblíquo
- Movimento Uniforme
- Fenômenos Sonoros
- Qualidades fisiológicas do som
Química
- Funções orgânicas
- Reações orgânicas
- Aplicações da Cinética Química
- Pilhas
- Processos de separação de misturas
- Concentração de soluções
- Controle de Poluição
- Tecnologias Ambientais
- Poluição da Água
- Tipos de Reações Químicas
- Estrutura Atômica
- Entalpia das reações
- Termoquímica
MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
A área de Matemática e suas Tecnologias engloba a aplicação de conceitos matemáticos em situações do cotidiano, ciência e tecnologia, com foco em resolver problemas práticos, interpretar dados e modelar fenômenos.
- Proporcionalidade Direta e Indireta
- Estatística
- Geometria Plana
- Geometria Espacial
- Probabilidade
- Funções
- Razão
- Volume
- Análise combinatória
- Matemática Financeira
- Unidades de medida
- Equações
- Geometria Analítica
- Números Racionais
- Áreas de figuras planas
REDAÇÃO
O Enem exige mais do que uma boa escrita, o candidato deve demonstrar na redação uma visão crítica sobre problemas de invisibilidade e desafios sociais no Brasil. Para se dar bem na prova, o candidato precisa estar antenado aos acontecimentos, por isso acompanhar o noticiário é uma boa tática de estudo; além de praticar a escrita de textos dissertativo-argumentativos e ter a habilidade de conectar conhecimentos das disciplinas à defesa de suas ideias.
“Assim como nas demais áreas do Enem, a constância é determinante, e ajuda o aluno a transformar a escrita em hábito e a evoluir progressivamente”, afirma Rifaat. E não basta escrever muito. “É preciso entender onde estão as falhas, seja na coesão, na argumentação ou na proposta de intervenção, e trabalhar esses pontos de forma técnica. O candidato deve solicitar que outra pessoa ou seu professor leia a redação e aponte erros, para que o treino melhore sua performance. O uso de inteligência artificial também pode ajudar”, orienta.
Nos últimos anos, os temas da produção textual foram as seguintes:
2025 - Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira
2024 - Desafios para a valorização da herança africana no Brasil
2023 - Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil
2022 - Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil
2021 - Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil
2020 - O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira
2019 - Democratização do acesso ao cinema no Brasil
2018 - Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet
2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
2016 - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
O docente lista, a seguir, 20 temas sociais contemporâneos para o treino da redação. Os assuntos desafiam a capacidade de análise crítica e argumentação, requerem repertório sociocultural relevante, além de apresentarem interdisciplinaridade, uma competência muito valorizada na hora da correção dos textos.
- Desafios para o combate à desinformação na era da inteligência artificial
- Caminhos para reduzir a evasão escolar no Ensino Médio brasileiro
- Impactos das mudanças climáticas na vida urbana
- A cultura do cancelamento e seus efeitos no debate público
- Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho
- O papel da mídia na formação da opinião pública
- Desafios para a promoção da saúde mental entre jovens
- O envelhecimento da população brasileira e seus impactos sociais
- Violência nas escolas: causas e estratégias de prevenção
- A importância da educação midiática no combate às fake news
- Mobilidade urbana e direito à cidade
- Desigualdade digital e acesso à tecnologia no Brasil
- Segurança alimentar e combate à fome
- Racismo estrutural e seus reflexos na sociedade brasileira
- A valorização da ciência no enfrentamento de crises sanitárias
- Trabalho informal e precarização das relações trabalhistas
- Preservação ambiental e desenvolvimento econômico
- O impacto das redes sociais na construção da identidade juvenil
- A participação política dos jovens na democracia brasileira
- Desafios para a garantia dos direitos das populações tradicionais
Os especialistas
Fernanda Silveira é pedagoga e psicopedagoga, com 10 anos de experiência na gestão pedagógica do Ensino Médio, com atuação voltada ao acompanhamento acadêmico dos estudantes e ao fortalecimento de suas trajetórias rumo ao vestibular e às suas escolhas para o futuro. Atua como coordenadora pedagógica do Ensino Médio das unidades do Progresso Bilíngue em Campinas (Cambuí e Taquaral).
Henrique Barreto Andrade Dias é licenciado em Geografia e Sociologia, possui especialização em projetos para o terceiro setor e pós-graduação em Psicologia Positiva, Neurociência, Mindfulness, Neuropsicopedagogia e Neurociência Aplicada à Aprendizagem. Atua na área da Educação há 18 anos e atualmente é coordenador pedagógico do currículo brasileiro do Brazilian International School.
Janaína Arruda da Silva é professora de Língua Portuguesa e Literatura na Escola Aubrick. Tem bacharelado em Letras pela USP, e especialização em Literatura Brasileira e bacharelado e mestrado em Filosofia pela PUC-SP. Trabalha no ensino, básico e superior há mais de 20 anos.
