Na escala de 1 a 5, a recomendação direta de amigos e familiares lidera a confiança antes de uma compra (4,19), empatada com avaliações de outros clientes (4,14) e selos de segurança e reputação (4,14).
Em contraste, publicidade de influenciadores e celebridades obtém nota 2,89, abaixo do ponto médio, confirmando que a prova social orgânica é significativamente mais eficaz do que a publicidade paga no momento da decisão.
No campo dos vídeos de depoimento, a autenticidade supera a produção na construção de confiança, 57% preferem o formato caseiro gravado pelo próprio consumidor ao invés da produção profissional (22%).
O tempo máximo aceitável de entrega antes que o consumidor se sinta insatisfeito é de 4,5 dias em média. Quase metade dos entrevistados (45%) aceita até 5 dias, enquanto 24% em até 2 dias.
“Os dados mostram um consumidor cada vez mais maduro e exigente no ambiente digital. A busca por recomendações espontâneas e a preferência por conteúdos autênticos revelam que a confiança hoje é construída na prova social e na reputação real das marcas. Ao mesmo tempo que o varejo avança em novos canais como WhatsApp e redes sociais, o setor precisa atentar para a eficiência logística, garantindo que o crescimento da frequência de vendas venha acompanhado do cumprimento dos prazos e do alto padrão na experiência de entrega.”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Júnior.
