Observando a abertura por grupos financeiros que realizaram consultas em fevereiro, o grupo com participação mais expressiva no Brasil foi Intermediação monetária depósitos à vista (34,22%), seguido por Atividades auxiliares dos serviços financeiros (25,19%), que totalizam 59,41% das consultas.
No momento da consulta, 34,16% dos consumidores possuíam alguma restrição ativa.
“A baixa taxa de contratação é outro ponto de atenção, já que sugere uma restrição maior por parte das instituições financeiras. Com a alta inadimplência e os juros elevados, o acesso ao crédito se torna mais seletivo, impactando o consumo e potencialmente desacelerando setores como o varejo e a construção civil.”, alerta o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.
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