Pela primeira vez, a cidade de Uberaba receberá apresentações do Festival de Teatro Seguros Unimed, que neste ano está em sua 3ª edição. Os espetáculos a serem encenados na cidade serão O Veneno do Teatro, com os atores Maurício Machado e Osmar Prado; e o monólogo Elogio da loucura, com Leona Cavelli.
As encenações acontecerão nos dias 2 e 9 de setembro (quarta-feira), ambos às 20 horas, no Teatro Sesiminas. O Veneno do Teatro tem classificação etária de 14 anos e a duração é de 70 minutos. Os ingressos custam de R$ 70 a R$ 140.
Sinopse
O 3º Festival de Teatro Seguros Unimed apresenta O Veneno do Teatro, um thriller psicológico que conduz o público a uma intensa reflexão sobre os limites entre a arte e a realidade.
Na trama, o ambicioso e renomado ator Gabriel De Beaumont (Maurício Machado) é convidado por um excêntrico Marquês (Osmar Prado) para interpretar uma peça teatral de sua autoria. O que parecia ser um simples encontro artístico transforma-se em um perigoso jogo psicológico, no qual o Marquês assume total controle da situação.
À medida que a tensão aumenta, Gabriel descobre que foi atraído para uma armadilha cuidadosamente planejada. Submetido a um experimento cruel, ele passa a vivenciar uma experiência em que realidade e ficção se confundem de forma inquietante. Em meio a reviravoltas surpreendentes, o Marquês revela sua verdadeira natureza: um psicopata disposto a ultrapassar qualquer limite para alcançar seus objetivos.
Com interpretações marcantes de Osmar Prado e Maurício Machado, O Veneno do Teatro é um espetáculo envolvente que prende a atenção do público do início ao fim, explorando temas como poder, manipulação, obsessão e os extremos da criação artística.
Sinopse - Elogio da Loucura
Já o monólogo tem classificação etária de 14 anos e a duração é de 90 minutos. Os ingressos custam de R$ 70 a R$ 140.
Elogio da Loucura é um espetáculo inspirado na clássica obra de Erasmo de Rotterdam, um dos mais importantes pensadores do Humanismo.
Escrita como uma grande sátira à sociedade dos séculos XV e XVI, a obra questiona costumes, crenças e estruturas de poder por meio de uma visão crítica, irônica e provocadora. Embora concebida há mais de cinco séculos, sua mensagem permanece surpreendentemente atual, revelando comportamentos e contradições que atravessam o tempo.
Nesta adaptação para o teatro, Leona Cavalli dá vida à personagem Loucura, conduzindo o público por um discurso repleto de ironia, sarcasmo e inteligência. Sob a ótica da obra original, a personagem expõe as fragilidades humanas e convida à reflexão sobre a sociedade contemporânea, reafirmando a atemporalidade do texto de Erasmo de Rotterdam.
