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Governo de Minas institui grupo de trabalho para avaliar impactos da reforma tributária
Iniciativa da Sede-MG e SEF-MG propõe discutir a influência da nova legislação sobre a economia mineira e propor ações para ampliar a competitividade do estado
Publicado em 07/07/2026 09:00
Notícias Gerais

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) criaram um Grupo de Trabalho (GT) para analisar e construir estratégias a partir dos possíveis impactos gerados pela reforma tributária implementada pela Emenda Constitucional nº 132, de dezembro de 2023.
O GT foi instituído por meio da Resolução Conjunta Sede/SEF nº 5, de 27/5, publicada na quinta-feira (2/7) no
Diário Oficial do Estado. A normativa estabelece os objetivos do grupo para promover a competitividade da economia mineira diante da implementação das novas regras tributárias.
O trabalho do grupo será desenvolvido por meio de ações que vão desde o diálogo com o setor produtivo até análises sobre os efeitos da reforma tributária na capacidade de atração de investimentos. Nesse contexto, serão elaboradas recomendações para garantir que Minas Gerais mantenha sua competitividade diante das novas regras de tributação do consumo.
“Essa atuação conjunta vai permitir uma análise aprofundada dos impactos sobre a indústria, o comércio, os serviços, a logística e o mercado de trabalho. A partir desse mapeamento, será possível orientar políticas públicas e estratégias que contribuam para a economia mineira”, afirma a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa.

Oportunidades

O grupo de trabalho também vai mapear como a reforma tributária afeta setores específicos e diferentes regiões do estado, criando um panorama detalhado da nova realidade econômica mineira.
No comércio exterior, serão avaliados os impactos das mudanças sobre as empresas importadoras e exportadoras, identificando segmentos mais sensíveis e oportunidades de ganho de competitividade.
No mercado de trabalho, o GT analisará os efeitos da reforma sobre a geração de empregos no estado, além de identificar novas competências, ocupações e demandas por qualificação profissional nos setores mais impactados.
Também serão estudados os efeitos da reforma sobre a logística e a intermodalidade em Minas Gerais, observando custos operacionais, integração regional, mobilidade sustentável e fatores que possam comprometer a competitividade do estado.
Por fim, o grupo de trabalho avaliará os impactos sobre projetos logísticos, unidades aduaneiras e recintos alfandegados, com o objetivo de propor diretrizes e estratégias capazes de estimular novos investimentos e fortalecer o ambiente de negócios em Minas Gerais.

 

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