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Ministério da Saúde realiza mobilização nacional e amplia cirurgias com reativação de salas cirúrgicas paradas e adesão de hospitais privados em MG
Publicado em 27/06/2026 11:30
Notícias Gerais

Ação abrange 20 estados e 46 unidades hospitalares; mineiros que usam o SUS serão atendidos pelos serviços especializados de nove hospitais.
O Governo do Brasil está encerrando a espera de centenas de mineiros e mineiras que aguardam por cirurgias de média e alta complexidade no SUS ao mobilizar, entre essa segunda-feira (22) e o próximo sábado (27), hospitais privados e públicos do estado para realizar os procedimentos na rede pública. Para isso, o Ministério da Saúde está contratando equipes, insumos e equipamentos para reativar salas cirúrgicas paradas em unidades de saúde estaduais e municipais, além de contar com a inédita troca de atendimento em instituições privadas por créditos financeiros para abater tributos federais.
A ação integra o programa Agora Tem Especialistas e é destinada a pessoas que estão na fila de regulação do SUS, como forma de desafogar a demanda reprimida no estado e reduzir o tempo de espera por exames e cirurgias.
Ao todo, a mobilização ocorrerá em 20 estados e contará com a participação de 46 estabelecimentos de saúde. Serão ofertados cerca de 16 mil procedimentos especializados, sendo 2,3 mil por meio da modalidade de créditos financeiros e mais de 13 mil pela modalidade 2, que reativa estruturas públicas com capacidade ociosa para ampliar rapidamente a oferta de atendimento especializado no SUS. “Estamos cumprindo o compromisso do governo do presidente Lula com a população brasileira e levando o SUS para todos os cantos do país. Com essa ação nacional, mobilizamos toda a capacidade instalada do país, com hospitais públicos, filantrópicos e privados trabalhando juntos para ampliar o atendimento especializado. Onde faltava profissionais e equipamentos, nós estamos levando. Na rede privada, onde antes havia falta de diálogo, agora há atuação conjunta. Tudo isso para garantir que o cuidado chegue mais rápido para o povo”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

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