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Essity abre diálogo sobre incontinência urinária e seus impactos
Condição é comum em cerca de 12 milhões de brasileiros e pode causar isolamento, insegurança e queda da autoestima, mas ainda é cercada por mitos e desinformação
Publicado em 23/06/2026 07:00
Notícias Gerais

 

Essity incentiva a normalização da conversa sobre incontinência urinária e qualidade de vida DIVULGAÇÃO ESSITY

 

No Brasil, cerca de 12 milhões de pessoas convivem com a incontinência urinária e, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a condição está presente em 45% das mulheres e 15% dos homens com mais de 40 anos. Apesar da alta prevalência, o tema ainda é cercado por silêncio, desinformação e estigmas que dificultam o diagnóstico e o tratamento adequados. Nesse sentido, em alusão à Semana Mundial da Continência, celebrada entre 15 e 21 de junho, a Essity, líder global em higiene e saúde, reforça a importância de ampliar o conhecimento sobre o tema e promover o acesso à informação para melhorar a qualidade de vida da população.

Como explicam especialistas, a incontinência, definida como a perda involuntária de urina, não deve ser considerada uma consequência inevitável da idade. "Embora seja uma condição comum, ela não é normal e pode acontecer em diferentes fases da vida”, explica Maria Alice Lelis, doutora em Ciências da Saúde - Área de Urologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e enfermeira consultora de TENA, marca da Essity e número 1 mundial em produtos para incontinência urinária em adultos. 

“Além dos sintomas físicos, a incontinência pode trazer importantes impactos emocionais e sociais. Os escapes de xixi produzem sensação de insegurança, o que pode resultar em isolamento social e queda da autoestima. Muitas pessoas alteram suas rotinas antes mesmo de procurar ajuda de um profissional de saúde, o que enfatiza a importância de ampliar o debate sobre o assunto", contextualiza. “No contexto da campanha mundial, é necessário entender a diferença entre incontinência e continência. Essa última é fundamental para a autonomia, a confiança e a qualidade de vida”, continua. Na prática, a continência é a capacidade de controlar voluntariamente a eliminação de urina e fezes, permitindo que a pessoa decida quando e onde ir ao banheiro. Já a incontinência ocorre quando esse controle é perdido parcial ou totalmente, provocando escapes involuntários.

A condição não deve ser normalizada, mesmo em fases da vida em que sua ocorrência é mais frequente, como o envelhecimento, a gravidez e o pós-parto. "Perdas de urina ao tossir, rir, espirrar, praticar atividades físicas, ou a dificuldade de chegar ao banheiro a tempo são sinais que merecem atenção e avaliação profissional, já que existem opções de tratamento e cuidados capazes de reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida”, explica a enfermeira. “Entre as possibilidades de tratamento, estão os exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico, conhecidos como exercícios de Kegel, uso de medicamentos e procedimentos cirúrgicos. A avaliação médica criteriosa, é necessária para indicação do melhor tratamento para cada caso. Enquanto a cura não acontece, recomenda-se o uso de produtos desenvolvidos especificamente para a condição, como absorventes, roupas íntimas e fralda, com alto poder de absorção e controle de odor", orienta. 

Apesar de estar presente em milhões de brasileiros, a incontinência urinária ainda é cercada por mitos e desinformação. Para a Essity, é fundamental reforçar que a condição pode ser identificada, acompanhada e tratada. Nesse contexto, a informação desempenha um papel importante para incentivar a busca por ajuda profissional, favorecer o diagnóstico precoce e contribuir para a melhoria da qualidade de vida.

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