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Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais divulga resultado de chamada que busca fortalecer o SUS
Foram aprovadas 56 propostas que receberão R$11,7 milhões, maior valor já destinado pela Fapemig ao programa
Publicado em 19/02/2026 18:00
Notícias Gerais

Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) divulgou o resultado preliminar da Chamada FAPEMIG nº 006/2025 – Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde (SUS): Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS) – 8ª Edição – MS/CNPq/FAPEMIG/SES-MG. Em sua oitava edição, a chamada teve como objetivo apoiar projetos de pesquisa que promovam a melhoria da qualidade da atenção à saúde em temas prioritários para o país e para Minas Gerais.

Ao todo, 56 propostas foram aprovadas e vão receber, juntas, um investimento de mais de R$11,7 milhões. Esse é o maior valor já destinado pela Fapemig ao programa. 
Clique aqui para acessar o resultado.

A chefe do Departamento de Parcerias Públicas, Caroline Pimentel, destaca o foco da chamada, que olha para o fortalecimento do SUS por meio da pesquisa e da aplicação do conhecimento. “Essa edição é um marco para a Fapemig, tanto pela quantidade de projetos aprovados como pelo valor investido, o maior já destinado à chamada nos últimos anos”.

Eventuais recursos administrativos poderão ser interpostos, formalmente, no prazo de dez dias corridos após a publicação dos resultados, por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Para dúvidas e outras informações, é possível entrar em contato por meio do 
FAP Atende.

Programa de pesquisa para o SUS

Os projetos aprovados abrangem temas diversos. Da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), por exemplo, foi aprovada pesquisa que busca maior precisão no diagnóstico sorológico da leishmaniose. Outro projeto, do Centro de Pesquisas Rene Rachou/Fiocruz Minas irá executar um programa de vigilância popular da doença de Chagas em escolas dos municípios da Serra Geral de Minas Gerais.

O Programa de Pesquisa para o SUS – PPSUS é uma iniciativa do Ministério da Saúde (MS) que conta com a parceria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), das secretarias estaduais de Saúde e das agências estaduais de fomento.

A 8ª edição foi focada no impacto social e científico e considerou cinco eixos prioritários apresentados pelo MS: Redes de atenção à saúde, Regulação e acesso a serviços de saúde, Vigilância em saúde, Gestão, Educação e inovação e regionalização em saúde e avaliação de políticas de saúde, além do planejamento estratégico feito pela 
Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

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